Simulado Online Teorias e Práticas da Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História

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Pergunta 1 de 10

1. Ano: 2015Banca: Prefeitura de Betim - MGÓrgão: Prefeitura de Betim - MGProva: Professor PII - Língua Portuguesa Resolvi errado De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, o ensino da gramática não pode ser desarticulado das práticas de linguagem. [...] “O modo de ensinar, por sua vez, não reproduz a clássica metodologia de definição, classificação e exercitação, mas corresponde a uma prática que parte da reflexão produzida pelos alunos mediante a utilização de uma terminologia simples e se aproxima, progressivamente, pela mediação do professor, do conhecimento gramatical produzido. Isso implica, muitas vezes, chegar a resultados diferentes daqueles obtidos pela gramática tradicional, cuja descrição, em muitos aspectos, não corresponde aos usos atuais da linguagem, o que coloca a necessidade de busca de apoio em outros materiais e fontes.” [...] (In: Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: Língua Portuguesa. Brasília, MEC/SEF, p. 28-29. Adaptado) Sobre o ENSINO DE GRAMÁTICA nas escolas, assinale a alternativa INCORRETA.
A.
B.
C.
D.

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Pergunta 2 de 10

2. (Ano: 2016/Banca: IDECAN) Durante um trabalho de reescritas de textos de uma turma, o professor se depara com a seguinte frase: “Foi difícil para mim perceber o erro”. Com o objetivo de ampliar o conhecimento do aluno em relação à atividade proposta, o professor deverá
A.
B.
C.
D.

Pergunta 2 de 10

Pergunta 3 de 10

3. (Ano: 2016/Banca: FUNIVERSA) Uma paciente procurou atendimento médico apresentando corrimento amarelado pela vagina com coceira, dor ao urinar e durante a relação sexual e cheiro ruim na região. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta os diagnósticos prováveis.
A.
B.
C.
D.
E.

Pergunta 3 de 10

Pergunta 4 de 10

4. (Ano: 2017/Banca: Big Advice) Segundo o livro “Diversidade textual: os gêneros na sala de aula”, o funcionamento da língua não se dá em unidades isoladas como______________________, mas em unidades maiores: os textos.
A.
B.
C.
D.
E.

Seus comentários:

Pergunta 4 de 10

Pergunta 5 de 10

5. (Ano: 2017/Banca: Instituto Excelência) A Matemática comporta um amplo campo de relações, regularidades e coerências que despertam a curiosidade e instigam a capacidade de generalizar, projetar, prever e abstrair, favorecendo a estruturação do pensamento e o desenvolvimento do raciocínio lógico. Dando ênfase na resolução de problemas, se defende uma proposta com alguns princípios. Assinale a alternativa INCORRETA referente a esses princípios:
A.
B.
C.
D.

Pergunta 5 de 10

Pergunta 6 de 10

6. (Ano: 2016/Banca: IF-ES) Uma sequência didática é determinada como uma série ordenada e articulada de atividades. Para reconhecer a validade de uma sequência didática, pode-se fazer uma série de perguntas sobre as atividades propostas. Uma destas perguntas refere-se à existência de atividades que permitam criar zonas de desenvolvimento proximal e intervir. Analise as atividades propostas abaixo e assinale aquela que NÃO possibilita a criação de zonas de desenvolvimento proximal e intervenção.
A.
B.
C.
D.
E.

Pergunta 6 de 10

Pergunta 7 de 10

7. (Ano: 2015/Banca: Prefeitura de Betim - MG) Muitas escolas trabalham com gramáticas que têm raízes na herança greco-romana de uma língua escrita literária de caráter tradicional e conservador. A esse conjunto de normas a serem seguidas damos o nome de Gramática
A.
B.
C.
D.

Pergunta 7 de 10

Pergunta 8 de 10

8. (Ano: 2016/Banca: FCC) O movimento pedagógico que aborda a relação entre o desenvolvimento científico com o desenvolvimento tecnológico e seus impactos na sociedade é conhecido como
A.
B.
C.
D.
E.

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Pergunta 9 de 10

9. (Ano: 2016/Banca: FCC) Recentes pesquisas sobre educação em ciências defendem a Alfabetização Científica como meta de ensino e aprendizagem das ciências. A alternativa que descreve um objetivo da Alfabetização Científica é:
A.
B.
C.
D.
E.

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Pergunta 10 de 10

10. (Ano: 2015/Banca: Prefeitura de Betim - MG) Reflexões sobre a escassez da água

Osvaldo Ferreira Valente (Engenheiro florestal, professor aposentado da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e especialista em hidrologia e manejo de pequenas bacias hidrográficas) Publicação: 05/08/2015 04:00    Tenho 48 anos de atividades pertinentes à produção de água. Tudo começou quando, em 1967, na antiga Universidade Rural do Estado de Minas Gerais, hoje UFV, tive a oportunidade de criar e lecionar a primeira disciplina de hidrologia e manejo de bacias hidrográficas no Brasil para o curso de engenharia florestal. Num tempo em que a água, com exceção do semiárido, era abundante e classificada como bem livre e sem valor econômico, já foi uma aventura. A experiência acumulada carrega, entretanto, a angústia atual de ver o assunto sendo tratado com visão muito pouco fundamentada por conhecimentos científicos da hidrologia e do manejo de bacias hidrográficas. Mas quase sempre, quando um assunto entra na ordem do dia, aparece uma profusão de palpites e os que têm argumentos mais sólidos acabam sufocados pela pilha de soluções oportunistas, advindas dos “especialistas de plantão"      Depois desses 48 anos, muitas coisas estão mudadas: nova legislação sobre recursos hídricos, a água sendo considerada um bem escasso e de valor econômico, as bacias hidrográficas sendo nomeadas como unidades básicas de produção e gestão da água, o surgimento dos comitês e das agências de bacias, muitas escolas oferecendo a disciplina de hidrologia e manejo de bacias hidrográficas e muito mais conhecimentos científicos acumulados. De onde vem, então, a minha angústia? Vem da percepção de que está faltando objetividade e embasamento científico e tecnológico (da hidrologia e do manejo de bacias) nos procedimentos propostos para combater a escassez.      É uma temeridade, para a hidrologia de pequenas bacias, esperar que o reflorestamento ciliar seja sempre capaz de aumentar quantidade de água produzida por nascentes e córregos. Onde estão as pesquisas científicas que comprovam isso? Se as matas ciliares fossem suficientes, estaria muito fácil sanar a escassez. Outra temeridade é acreditar que o combate à falta de água está na dependência exclusiva dos reflorestamentos. O primeiro obstáculo a isso é que o aumento populacional, com ocupação intensa das superfícies das bacias, não permitirá mais aumentar substancialmente as áreas florestadas; o segundo obstáculo é que a ação positiva da floresta no aumento de quantidade de água, se implantada nos locais certos, só virá após 30 ou 40 anos. Até lá o seu efeito poderá ser o contrário. Dá para esperar?      Soluções objetivas e racionais para a crise atual englobam o abastecimento artificial de aquíferos subterrâneos por meio da construção de terraços, de caixas de infiltração e de barraginhas, no meio rural, e na assistência técnica aos produtores rurais, que ocupam e exploram as superfícies das bacias para que eles possam reter mais e mais as enxurradas. Também o meio urbano deve colaborar, coletando água de chuva para tarefas domésticas e industriais, construindo cisternas e valas de infiltração e mantendo o máximo possível de áreas permeáveis em seus domínios. Tudo planejado de acordo com as especificidades ambientais e com a capacitação dos envolvidos.      Concluindo, é um erro concentrar as atenções somente no saneamento básico. É evidente a sua importância, mas ele depende da existência prévia de quantidade suficiente de água nos mananciais. Outro erro é pensar que a conservação de nascentes e córregos é uma operação a ser feita apenas nos seus entornos, com cercamento e reflorestamento das áreas isoladas. Nascentes e córregos são produtos do comportamento de todas as superfícies das pequenas bacias que, antes de estudos hidrológicos específicos, são potenciais áreas de recarga. Disponível em: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2015/08/05/interna_opiniao,157381/reflexoessobre-a-escassez-de-agua.shtml. Acesso em 17 set. 2015.Considere o trecho.       Tenho 48 anos de atividades pertinentes à produção de água. Tudo começou quando, em 1967, na antiga Universidade Rural do Estado de Minas Gerais, hoje UFV, tive a oportunidade de criar e lecionar a primeira disciplina de hidrologia e manejo de bacias hidrográficas no Brasil para o curso de engenharia florestal. Num tempo em que a água, com exceção do semiárido, era abundante e classificada como bem livre e sem valor econômico, já foi uma aventura. A experiência acumulada carrega, entretanto, a angústia atual de ver o assunto sendo tratado com visão muito pouco fundamentada por conhecimentos científicos da hidrologia e do manejo de bacias hidrográficas.O articulador grifado no trecho pode, preservando as relações de sentido do texto original, ser substituído por
A.
B.
C.
D.

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